João Amorim – Vencedor do Concurso Gap Year Portugal 2015

Viajei 8 meses com a Tamara pela América, do Sul ao Norte, sempre atrás do Verão, a seguir o sol. E foi assim que criamos no nosso projecto e o nome para a viagem Follow the Sun. Quando voltei, voltei para trabalhar na minha área mas muita coisa tinha mudado. Senti que queria levar os meus amigos a viver algumas das experiências que tinha vivido e então preparei uma viagem à Guatemala, que foi o país que mais me surpreendeu – agora sou líder de viagens!

Marina Vieira

Estávamos em agosto de 2011, em outubro despedi-me para ver o que é que eu queria da minha vida, em novembro e dezembro ainda estive a trabalhar na empresa, e em janeiro comecei a falar com algumas pessoas e a pesquisar e organizar toda a viagem. (…)

Acima de tudo, acho que o conceito de felicidade alterou-se muito na minha cabeça, porque na Europa as pessoas acham que ser feliz é ter uma casa, um carro e estar bem financeiramente. E o facto de ter estado em países pobres, como o Peru ou a Bolívia, acho que fez com que começasse a dar mais valor às pequenas coisas, porque começas a perceber que pessoas podem ser felizes com menos. E isso fez com que começasse, também, a ser mais tolerante e a olhar para o mundo de outra forma.

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André Gomes

Comecei na Índia a fazer voluntariado numa instituição de crianças numa zona remota e paradisíaca em Tamil Nadu. Numa montanha fiz um retiro durante 5 dias de meditação. Regressei a Índia para explorar a zona norte, estive no deserto, em cidades tipicamente indianas caóticas, estive na zona onde vive o Dalai Lama a viver em casa de um tibetano durante duas semanas vivenciando circunstâncias únicas, com idas ao templo, ao mosteiro com monges, subir montanhas, ensinar inglês a monges num instituto no centro. Infiltrei-me com um amigo num casamento indiano e aceitaram-nos durante a festa toda como convidados de honra.

Ana Brás e Tiago Soudo

Com os objetivos de dar sentido à palavra viver, em busca de desafios, desenvolvimento pessoal, sair da zona de conforto, conhecer e interagir com novas culturas ou ajudar quem mais precisa, neste caso, através de voluntariado. Para isso, deixámos o conforto e o consumismo de parte e partimos à aventura… com apenas 10€ por dia, para cada um.

Hoje estamos com 167 dias de viagem9 países visitados, uma experiência como voluntários, muitos sofás partilhados, muitas emoções, algumas discussões, e muitas, mas muitas histórias para contar.

Descobre mais em: http://gapyear.pt/blog/historia-um-casal-volta-ao-mundo/

ANA BRÁS

Raíssa Anarelli

Quando o dinheiro começou a acabar e a gente se apaixonou pelo novo estilo de vida que estávamos vivendo, começamos a trabalhar como freelancers por plataformas de jobs na internet. Aos poucos, mês a mês, fomos conseguindo dinheiro e seguimos adiante.

Foram 13 meses viajando e 19 países visitados, inclusive um pulinho a Marrocos, que não estava em nossos planos inicialmente. O outros países foram todos na Europa. Alguns lugares a gente passou mais tempo e outros tivemos que passar rapidinho – por questões de visto/custo de vida alto. Na Romênia por exemplo, ficamos 3 meses. E posso dizer que foi ótimo poder aproveitar a vida como moradores local.


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Adriana Costa

No fim do verão tinha algumas ideias em mente, mas estava ainda sem planos concretos. Nessa altura, quando decidi parar um ano, o meu Facebook enchia-se de comentários ignorantes sobre a crise dos refugiados, o Islão, a guerra na Síria e o terrorismo. As fotografias que nos chegavam pelos meios de comunicação e as notícias constantes de pessoas a morrer no mar e na terra, a serem deixadas à mercê da inospitalidade europeia, tiravam-me o sono. A minha melhor amiga estava de Erasmus em Bruxelas e falou-me de um campo espontâneo de refugiados iraquianos e sírios que se formava num jardim da capital da Europa. Propôs-me que eu viesse ajudar e ofereceu-me alojamento em sua casa. Não pensei muito e marquei um voo de um mês. Entretanto, comecei a escrever para a Visão, logo quando cheguei, crónicas sobre a vida no campo de refugiados e relatos impressionantes das vidas dos homens e mulheres com quem trabalhava todos os dias.


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