O que nos move é que te movas.

 

Queremos que esta geração – dita sem rumo, sem percurso definido, sem estabilidade financeira, sem objetivos – prove que todos estes estereótipos que nos são impostos estão errados.

Somos uma equipa de 40 voluntários jovens. Trabalhamos para que todos os jovens possam escolher um ano feito por eles e para eles. Um ano em que quebram com a rotina e saem da sua zona de conforto. Um ano em que, pelas regras feitas por eles e através de escolhas autónomas, possam recuperar o controlo das suas vidas e, assim, darem de volta ao mundo aquilo que o gap year lhes ensinou.

MISSÃO

Tornar o gap year numa possibilidade para todos os jovens portugueses.

Como? Promovemos o gap year como forma de desenvolvimento pessoal, orientação académica e profissional e apoiamos todos os que o queiram fazer.

VISÃO

Criar uma geração “mais”:

Mais global;
Mais consciente;
Mais proativa;
Mais segura quanto ao futuro;
Mais capaz;
Mais humana.

VALORES

Acreditamos em: 

Ambição;
Compromisso;
Profissionalismo;
Resiliência;
União.

HISTÓRIA

A nossa história começa em Carregal do Sal, perto de Viseu. Corria o ano de 2011 e o nosso protagonista, Gonçalo Azevedo Silva, era, na altura, o presidente da Associação de Estudantes. Convidado a dar uma palestra na sua escola, de tema livre, o Gonçalo acabou por falar sobre o conceito “gap year”, decisão feita de maneira bastante aleatória. A apresentação terminou com uma pergunta, em tom de brincadeira, direcionada aos seus pais – “Mãe, pai, posso ir nesta aventura?”. Com mais uma apresentação escolar feita, nem voltou a pensar mais no assunto.

Passado um mês, e já com os planos da faculdade a avizinharem-se, o Gonçalo recebeu um telefonema do Dr. Carlos Torres, Presidente da Fundação Lapa do Lobo. O que se seguiu parece saído de um filme, de tão improvável que é: estava-lhe a ser oferecida a possibilidade de realizar um gap year, juntamente com um amigo, completamente financiado.

E assim foram! Os planos de ir para a faculdade foram postos em pausa e o que aconteceu durante esse ano acabou por mudar o percurso planeado por Gonçalo, que era tão semelhante a tantos outros.

Durante o seu gap year, o Gonçalo sentiu o verdadeiro impacto daquilo que tinha falado naquela palestra entretanto esquecida. O que tinha dito na teoria era agora comprovado todos os dias, na Índia, no Vietname e nos outros 23 países por onde andou.

De repente, o percurso tradicional planeado em conjunto pela sociedade – secundário, universidade, trabalho – já não fazia sentido. Ali estava ele, a apanhar um autocarro na Tailândia rumo a uma praia paradisíaca, enquanto os seus amigos estavam em ambiente de praxe na sua primeira semana na faculdade.

Durante este gap year, foram inúmeras as vezes em que o Gonçalo se questionou sobre o porquê de o gap year não ser uma hipótese mais comum em Portugal. Se era uma opção tão banal em países como a Alemanha ou a Inglaterra, porque não o seria cá?

Foi assim que, no dia 13 de outubro de 2013, depois de voltar do seu gap year, o Gonçalo fundou a primeira organização em Portugal com o objectivo de promover este conceito e apoiar todos os jovens portugueses que o queiram fazer. Assim surgiu a Associação Gap Year Portugal.