Viajar a trabalhar? É a vida de sonho! Também quero!

“Viajar a trabalhar? É a vida de sonho! Também quero!”

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Este é o tipo de frase e mensagem que mais tenho recebido nos últimos meses. Pessoas que me enviam mensagens via facebook, twitter ou e-mail a quererem saber como é que podem, elas também, viajar enquanto têm uma atividade profissional portátil. O Nomadismo Digital Portugal tem sido um projeto que tem crescido nos últimos meses e que me tem permitido conseguir divulgar o conceito e estilo de vida destes saltimbancos da era moderna que aproveitam a tecnologia para criarem uma atividade profissional rentável e que não os faça depender de um local fixo.

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Trabalhar a viajar é para todos?

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Não. Por mais que a viagem e o desejo de conhecer seja o desejo de muita gente (viajar mais é uma das respostas mais dadas quando se faz perguntas do tipo “o que faria se ganhasse o euromilhões?”), a verdade é que nem todas as pessoas seriam capazes de trabalhar enquanto o fazem. Enquanto trabalhadores remotos, a viagem torna-se algo mais local e mais calmo. O tempo para fazer turismo não é total e a responsabilidade de ter que continuar a entregar o trabalho realizado a tempo e horas é demasiado alta para algumas pessoas.

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Eu sou responsável! Como posso começar?

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Uma forma de nos testarmos a nós próprios enquanto nómadas digitais é de começar a aceitar pequenos trabalhos remotos para conseguirmos perceber se somos capazes de trabalhar em projetos paralelos à nossa atividade profissional e como é que nos organizamos a fazê-lo. No Nomadismo Digital Portugal lançamos várias dicas para encontrar os primeiros trabalhos remotos e uma das mais comuns é a inscrição em plataformas de trabalho freelance, como o Upwork ou o Workana. Este tipo de plataformas é ótimo para descobrirmos as nossas limitações e dificuldades para conseguirmos futuramente corrigi-las e sermos capazes, eventualmente, de criar uma atividade profissional remota a full-time.

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Foto de Krystel Leal, tirada num café em Barcelona durante uma viagem | Instagram

Foto de Krystel Leal, tirada num café em Barcelona durante uma viagem | Instagram

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Ser nómada digital é a vida perfeita?

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Muitos são aqueles que v”endem” a ideia de que o nomadismo digital é a forma de viver perfeita: sem casa fixa, sem patrões, sem horários, com liberdade total para passar o dia na praia se assim se quiser. Mas a realidade da grande maioria dos trabalhadores remotos e nómadas é bem diferente. A responsabilidade perante os trabalhos e projetos que se tem (e que permitem sustentar essa liberdade local) é superior ao desejo de estar sempre desocupado e em lazer. Acabamos por trabalhar em mais coisas, pois somos o “faz-tudo” das nossas carreiras profissionais. A vantagem, no entanto, de se ser nómada digital é que somos nós que organizamos o nosso dia-a-dia e horários tendo sempre, claro, como prioridade, o respeito pelos horários dos nossos clientes se for preciso estar em total contacto com estes.

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Também quero ser nómada digital!

Ninguém se torna nómada digital de um dia para o outro. Quando a vontade de trabalhar remotamente em projetos que nos motiva e que nos permitem estar em qualquer lugar do mundo aparece, o importante é estar em constante aprendizagem e leitura de conteúdos de atuais nómadas e trabalhadores remotos, analisar a nossa vida atual e objetivos e metas pessoais para se poder criar uma atividade profissional que nos complete e que seja possível realizar remotamente, e começar a investir tempo nessa construção. O site Nomadismo Digital Portugal tenta ser um canal de criação de conteúdo útil nesse sentido, tal como o livro digital que lançou neste verão que ensina como é que qualquer pessoa pode, do zero, tornar-se freelancer. Espreita o site e percebe se a conjugação de trabalho como viagem constante é aquilo que que faria feliz!

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Krystel Leal

Cresceu na Margem Sul do Tejo e quando acabou o secundário foi para Paris fazer a licenciatura em Comunicação. Foi a partir da capital francesa que começou a viajar e a descobrir cidades, pessoas e mentalidades diferentes. Hoje é freelancer em Marketing de Conteúdo e tenta divulgar em Portugal o conceito de Nomadismo Digital, sendo a criadora do primeiro site português dedicado ao movimento.

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