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Apps

O mundo das apps veio para ficar e tu deves aproveitar esta nova tendência ao máximo e da melhor forma.

  • Kindle
  • SAS Survival Guide
  • FlightAware
  • LoungeBuddy
  • Google Translate
  • Duolingo
  • TripIt
  • XE
  • AroundMe
  • Wiffinity
  • Yuggler
  • Touchnote
  • Triposo
  • ConvertPad
  • Flush
  • Prey Anti Theft
  • CityMapper
  • WeatherPRO
  • MAPS.ME
  • First aid
  • Skype
  • Momondo
  • Agoda
  • Hostelworld
  • Worldpackers
  • Hitchhiking Maps
  • Uberlink do blog com explicação de alguns

Mochila

Escolha da mochila

Vê, experimenta e procura antes de escolheres definitivamente.

A mochila vai acompanha-te durante toda a viagem e, por isso, é importante que percas tempo à procura da melhor opção para ti. Idealmente, deverá ter uma série de características que passamos a enumerar:

1) Ter 60 a 80 litros (depois de cheia, a mochila deve ter 1/4 do teu peso, mas não ultrapassar os 15kg)
2) Não ter uma estrutura demasiado rígida
3) Deve abrir até ao fundo com zipper
4) Não ter bolsos pequenos (para que não te coloquem estupefacientes para servires de correio de droga sem saberes)
5) Com argolas junto ao zipper para pôr cadeado
6) Proteção que esconda as alças (flight cover)
7) Mochila pequena anexada que possas pendurar nas alças da mochila grande (para que a pequena fique ao peito e a grande nas costas). Podes ainda usar esta mochila para andar a visitar locais.
8) Costas ajustáveis

Como organizar a tua mochila

Para que na tua viagem te concentres apenas em aproveitar ao máximo os sítios por onde vais passar e as pessoas que irás conhecer, nada como teres uma mochila ou mala prática e com todas as soluções à mão. A preparação da mesma é crucial. Damos-te algumas dicas chave para organizares a tua mochila.

Regras-chave:

1º- levar apenas o essencial

2º- ter tudo “à mão”

3ª- saber exactamente onde se encontram as coisas

4º- ter tudo organizado

5º- distribuir o peso

Ao longo das nossas viagens, temo-nos deparado que a primeira regra é crucial. Não vale a pena levares dois pares de calças de ganga se te chega um e podes lavá-lo ao longo da viagem (troca o segundo par por um sabão azul e branco); não vale a pena levares tachos e panelas para cozinhares, visto que nos hosteis e casas onde vais ficar têm sempre à mão uma cozinha com o básico para fazeres as tuas refeições. Leva o que é mesmo necessário. Irás aperceber-te que afinal consegues sobreviver sem muita coisa da qual estás habituado a ter na tua zona de conforto.

A segunda regra é básica: se tiveres tudo “à mão”, não perderás tempo a procurar o biquíni ou a descobrires a lanterna espalhada pela mochila; saberás exactamente onde tens as tuas coisas. Esta regra-chave está interligada com a terceira e a quarta. O primeiro passo para que tudo corra bem é, quando fizeres a tua mochila utilizares todos os bolsos e compartimentos que esta te oferece, de modo a que esteja tudo organizado por secções. Podes utilizar o truque mais simples: divide por tipo de roupa (t-shirts todas num monte, meias todas num  saco) e por utilidade. Por exemplo, se sabes que na primeira semana vais para a praia e só daqui a três é que estarás em sítios onde irás precisar de um casaco, então põe a roupa mais quente no fundo da mala e deixa a roupa de praia e os chinelos “mesmo à mão”. Este tipo de organização irá ajudar-te a não perderes tempo à procura das tuas coisas.

Por fim, temos a quinta regra. Também deverás ser capaz de conseguir distribuir o peso pela mala. Os objetos mais pesados deverão estar no centro da mochila, enquanto as mais leves em cima ou em baixo. Assim, irás evitar que o peso esteja mal distribuído. Este cuidado irá atenuar o efeito secundário que aparecerá ao longo da tua viagem: as dores de costas.

Conclusão: É importante que consigas conciliar o factor importância com o factor do peso. Tenta balançar os dois e terás uma mala bem organizada, prática e o mais cómoda possível.

Links úteis

Links de interesse para ti e para o teu Gap Year.

Sites de viagem

Diplomacia

Voluntariado

>> 5 Continentes
>> Europa
>> América
>> África
>> Portugal

 

Estágios Internacionais

Trabalho temporário

Institucionais

Vistos

O passaporte português permite a entrada em 172 países sem necessidade de um visto, segundo dados da Henley & Partners.

Mas para aqueles em que precisas, podem ser uma dor de cabeça. Reúne as informações de obtenção para cada país com antecedência – podes encontrar informação sobre esta área no separador “Destinos” – e assim evitar problemas. Deixamos aqui uma lista de alguns mais recorrentes:

* Requisitos que podem ser necessários e que podem entram em conflito com o teu tipo de viagem

—— Validade mínima do passaporte, à entrada do país, de 6 meses

—— 2 páginas livres no passaporte para os carimbos

—— Confirmação de estadia de Hotel

—— Bilhete de avião de ida e volta

—— Extrato bancário com montante mínimo

Quanto ao passaporte o melhor é prevenir e não arriscar viajar quando está perto de caducar ou muito preenchido. Se planeias couchsurfing e viagens de autocarro em que não tens os bilhetes e as embaixadas dificultarem o pedido de visto podes pedir ajuda a agências de viagens.

* Solicitar vistos em viagem:

—– Alguns vistos são obtidos “on arrival”, o que te poupa algumas deslocações, mas não estão livres das regras de validade de passaporte e páginas em branco

—– Há vistos de escala que têm de ser obtidos. Se o teu avião pousar nos Estados Unidos, e mesmo que não saias do aeroporto, precisas de tirar um visto para esse efeito.

—– Se o visto tem validade de 3 meses e se só fores para a China daqui a 6, em vez de o pedires em Portugal, deves solicitar a emissão do mesmo quando estiveres já num país próximo – na embaixada da China no Nepal, por exemplo.

—– Se quiseres um visto para um país que não tenha embaixada em Portugal procede da mesma forma – quando estiveres em Hong Kong vai à embaixada do Vietname lá e trata do visto.

* Custo

—– O custo de cada visto depende do país, da urgência com que o pedes, da duração da estadia… Analisa bem os fatores todos e vê o que se adequa melhor a ti.

—– Se não sabes quanto tempo queres ficar num país, pede um visto de múltiplas entradas. Geralmente é mais caro mas liberta-te de uma preocupação.

* Estuda bem as informações sobre vistos na secção consular da embaixada do país que queres viajar. O Portal das Comunidades Portuguesas também te pode ajudar neste sentido.

* Tem sempre fotografias “cuidadas” para os teus vistos.

*  Tira sempre fotografia ou fotocópia do teu passaporte e do visto de entrada no país onde estás. Lembra-te de pedir sempre um comprovativo em como o teu passaporte está na embaixada.

Planeamento

Fazer o planeamento do teu ano pode ser muito divertido, mas também se pode revelar um verdadeiro pesadelo cheio de complicações. Todavia, isso já faz parte da tua viagem. Rapidamente vão surgir então os primeiros problemas que vais ter de resolver (e sozinho, porque não vale recorrer a ajudas de agências de viagens, ok? Gap Year ).

Sempre consciente do budget que tens disponível, deves começar a preparar a tua viagem com antecedência e deves investigar muito antes de decidires a que países queres ir. Depois o resto do planeamento passa por comprar bilhetes de avião, ou saber como e quando vais entrar no(s) país(es) para poderes pedir a emissão dos vistos (próximo tópico). Neste ponto da viagem também deves prestar atenção ao clima do país.

Gap Year Quando quiseres selecionar os países que irão fazer parte do teu percurso de viagem, acede ao nosso separador “Informações Práticas”, onde podes encontrar informações sobre cada país e fazer pesquisas avançadas para selecionares o país ideal para o que procuras fazer durante o teu GY.

Gap Year Passa pelo nosso fórum, expõe as tuas dúvidas e recolhe sugestões dos nossos viajantes, sempre prontos a ajudar-te!

Dinheiro

O dinheiro é mais uma coisa com a qual, se tomares atenção, não terás problemas. Aqui ficam dois ou três conselhos importantes:

» Anda sempre com uma reserva de dólares (se estiveres fora da zona euro, claro) para uma eventual emergência;

» Leva sempre um cartão de crédito contigo,  que muitas vezes é necessário para reservar alojamentos e fazer compras de bilhetes de avião;

» Quando levantares dinheiro, não te esqueças que estás sujeito a comissões de levantamento que podem ser debitadas sob a forma de percentagem ou de valor máximo. Faz as contas, mas sempre que o câmbio tenha valores fixos deves levantar maiores quantias de dinheiro de uma vez.

» Quando trocares dinheiro em balcões de câmbio (não troques com pessoas na rua), confere e vê se aceitas a taxa que te estão a cobrar.

Segurança

Se não fores inteligente e atento em relação ao que te rodeia, és assaltado com tanta facilidade em Lisboa, como em Moscovo ou em Banguecoque. Eis algumas regras de segurança que não deves mesmo esquecer.

» Anda sempre com uma bolsa escondida em volta do tornozelo ou da barriga, onde tenhas uma nota (em dólares) e, se possível, o contacto da embaixada portuguesa do país onde te encontras.

» No sítio onde estiveres alojad@, pergunta sempre se deves ter cuidados especiais quando sais à rua e se podes regressar a pé para casa à noite. Eles saberão dizer-te se podes estar “à vontade” ou não…

» Mesmo que o estejas, nunca te mostres perdid@!

» Anda sempre com um cartão (business card) do alojamento onde te encontras, assim nunca estarás totalmente perdido, basta chamares um táxi.

» Nem sempre “polícia” é sinónimo de “segurança”: Em alguns países a corrupção e as fraudes são comuns, e pode haver polícias a tentar extorquir os turistas.

E não te esqueças: se, eventualmente, fores assaltad@, não tentes ser herói/heroína e não ofereças resistência. Dá tudo o que tiveres.
não andes com o passaporte, nem com grandes quantias de dinheiro na rua, pois, se fores assaltado, poderá será ainda pior. Obviamente, tens de ter sempre a tua identificação, mas para isso tens as fotocópias do passaporte

não andes com todos os cartões de débito/ crédito na mesma carteira porque em caso de perda ou assalto vais agradecer ter guardado um cartão extra num outro sítio qualquer, porque de outro modo ficarias sem dinheiro até resolveres esse problema. E sem dinheiro é tudo mais complicado.

A regra geral é nunca baixar as guardas, estejas em Espanha ou no Iraque.
Não inventes atalhos – sê discreto e tentar ser só mais um entre a multidão.
Usa e abusa dos cadeados e correntes que trazes na e para a mochila.
Compra bilhetes de autocarro ou comboio no dia anterior.
Separa o teu dinheiro e usa o teu money belt diariamente.
Protege o teu passaporte como se de um caso de vida ou de morte se tratasse. Entretanto tira cópias, digitaliza, faz uma cópia para o teu e-mail, guarda no computador, tablet, pen ou máquina fotográfica e entrega uma dessas cópia a um familiar ou amigo.
Não aceites bebidas de estranhos.
Nunca aceites levar bagagem de ninguém num aeroporto, fronteira ou em lado nenhum.
Se fores assaltado, não resistas!
Avisa por e-mail os teus familiares ou amigos dos teus planos para os próximos dias. Hoje em dia, com as redes sociais, tudo se torna bem mais fácil.
Nunca dês a impressão de que estás sozinho.
Controla as tuas companhias externas.
Cuidado com as conversas sobre a tua vida pessoal.
Actividades de risco (desportos radicais) – queres mesmo fazê-lo longe de casa?

  1. Não inventes atalhos – sê discreto e tentar ser só mais um entre a multidão.
  2. Usa e abusa dos cadeados e correntes que trazes na e para a mochila.
  3. Compra bilhetes de autocarro ou comboio no dia anterior.
  4. Separa o teu dinheiro e usa o teu money belt diariamente.
  5. Protege o teu passaporte como se de um caso de vida ou de morte se tratasse. Entretanto tira cópias, digitaliza, faz uma cópia para o teu e-mail, guarda no computador, tablet, pen ou máquina fotográfica e entrega uma dessas cópia a um familiar ou amigo.
  6. Não aceites bebidas de estranhos.
  7. Nunca aceites levar bagagem de ninguém num aeroporto, fronteira ou em lado nenhum.
  8. Se fores assaltado, não resistas!
  9. Avisa por e-mail os teus familiares ou amigos dos teus planos para os próximos dias. Hoje em dia, com as redes sociais, tudo se torna bem mais fácil.
  10. Nunca dês a impressão de que estás sozinho.
  11. Controla as tuas companhias externas.
  12. Cuidado com as conversas sobre a tua vida pessoal.
  13. Actividades de risco (desportos radicais) – queres mesmo fazê-lo longe de casa?

Saúde

Nós não somos médicos e, como é provável que tu também não sejas, o primeiro conselho que damos é: marca uma consulta na medicina do viajante.

Lá dir-te-ão se necessitas de tomar vacinas, que comprimidos te devem acompanhar e de que cuidados necessitas nos países por onde vais passar (mas não saias de lá assustado. Cá para nós, eles são um pouco exagerados Gap Year ).

Gap YearSe viajares para fora da EU, considera a hipótese de fazer um seguro de saúde.

Transportes

Os transportes a utilizar vão depender, mais uma vez, do teu orçamento e do tempo disponível para viagens.

Os mais usuais são o autocarro, o comboio e o avião, mas há outros como o cargueiro (sim, o cargueiro) ou o simples ferry. A dica aqui é comparares sempre todas as opções disponíveis. Não partas do princípio que ir de avião é mais caro do que ir de comboio, porque pode não ser…

Gap Year Considera também a hipótese de comprar bilhetes em que possas fazer o número de viagens “que quiseres”, tipo interrail, no caso do comboio, hop on-hop off bus, no caso do autocarro ou round-the-world, no caso do avião (RTW), entre muitos outros nos mesmos meios de transportes.

Estadias

São as estadias que te vão levar uma boa fatia do orçamento, por isso tens de ser criterioso na tua escolha.

Em primeiro lugar, tens de definir o teu budget (o limite) para tomares uma decisão consciente. O melhor a fazer será escolher o alojamento mais barato possível tendo em conta as condições mínimas. Há uma série de tipos de alojamentos disponíveis, alguns deles gratuitos Gap Year . Apresentamos-te uma lista:

» Hotéis

Usualmente mais caros e pouco frequentados por backpackers (viajantes de mochila as costas).
Gap Year Reservas em www.booking.com

Hostel

Este é um tipo de acomodação que se caracteriza pelo seu baixo custo e pela socialização entre os hóspedes. Podes pagar por uma cama, um beliche ou um dormitório partilhado, normalmente com casa de banho partilhada, lavandaria e cozinha.

É comum os hostels precisarem de pessoas para trabalharem como recepcionistas, vendedores de pacotes turísticos ou limpezas de forma temporária. Também podes fazer este tipo de trabalhos em troca de acomodação gratuita.

Escolhe uma pensão sem pequeno-almoço a não ser que compense mesmo muito. Se ficares bem só com um simples pão e uma bebida ou fruta, acredita que compensa muito mais comprares na rua.

Gap Year Reservas em www.hostelworld.com

AirBnb

Airbnb é um serviço online que permite aos proprietários alugar uma divisão ou toda a sua própria casa. É possível encontrar preços bastante competitivos em comparação com hostels.

Em certas zonas o AirBnB vai-te compensar mais do que os hoteis\hostels por dois grandes motivos:

  • Existe muito mais oferta fora dos centros da cidade comparativamente aos hotéis, o que vai fazer com que seja mais fácil encontrar preços baixos
  • Em certos países não existem tantas regulações e impostos como nos hotéis o que vai fazer com que obviamente o AirBnB fique mais barato.

Fica a saber mais sobre a comparação destes dois exemplos aqui: (http://gapyear.pt/blog/hostels-versus-airbnb/)

Couchsurfing

O grande sucesso por ser gratuito. Depois de te inscreveres em www.couchsurfing.org, marcas a data da tua chegada a uma determinada cidade e o que te esperará é uma pessoa/família hospitaleira pronta a ceder-te o sofá lá de casa para passares a noite. Muitas vezes, ainda te mostram a cidade. Tudo gratuitamente, não é fantástico? Experimenta!

Se não conheces rigorosamente nada sobre o couchsurfing, aconselho-te a leres este artigo: http://gapyear.pt/blog/couchsurfing-para-totos/

Apesar de não haver a exigência de pagar nada pelas noites que dormes em casa de determinada pessoa, o habitual, para seres um bom guest, será, por exemplo, cozinhares pratos típicos do teu país.

Para tirares eventuais dúvidas sobre esta prática comum dos mochileiros, deixo-te aqui este artigo: http://gapyear.pt/blog/duvidas-frequentes-sobre-o-couchsurfing/

Consideramos os hostéis o melhor alojamento onde podes pernoitar, pois conheces uma série de viajantes como tu, com quem podes aprender bastante sobre tudo, nomeadamente sobre sítios a visitar. No entanto, o couchsurfing permite-te mergulhar mais na cultura, já que vais passar um tempo numa casa típica do país/ região que visitas. Tu escolhes!

Viajar de noite em comboios ou autocarros

Esta opção é a mais óbvia se não queres gastar dinheiro num hostel, na AirBnb ou noutro tipo de alojamento. Aqui, pelo preço de uma viagem que terias sempre de fazer, não pagas alojamento e provavelmente ainda tens refeição a bordo.

Campismo

Levar uma tenda juntamente com a tua mochila pode revelar-se um peso extra incómodo ao longo da viagem mas poderás poupar imenso dinheiro. Para além disso, terás mais liberdade para parares onde quiseres ao longo do teu percurso.

Tem atenção aos locais em que poderá ser proibido acampares. Não arranjes problemas desnecessários por falta de precaução.

Rede de Portugueses no Estrangeiro Gap Year

Este é o separador através do qual poderás entrar em contacto com portugueses que vivam no estrangeiro que, de alguma forma, te possam ajudar quando passares pelas cidades onde residem.

Assim, e se lhes pedires de forma educada, podes vir a conseguir que esse teu/tua compatriota te convide a ficar a dormir no seu sofá, que te mostre a cidade ou que simplesmente esteja alerta para qualquer momento em que possas precisar de ajuda (o que pode ser ótimo para tranquilizar os teus pais, pensa nisso ) .

Vê mais informação aqui: (http://gapyear.pt/rede-portugueses-estrangeiro/portugueses-estrangeiro/ )

Aeroportos

Esta opção não é para todos. Mas os aeroportos são locais super seguros onde podes passar a noite. Quer tenhas um voo no dia a seguir cedo, quer tenhas chegado tarde nesse dia ou mesmo se quiseres poupar a noite do alojamento dessa noite. Dormir num aeroporto é uma experiência que todos devemos ter pelo menos uma vez na vida.

Consulta este site para perceber mais sobre o assunto:  http://www.sleepinginairports.net/

HomeExchange

Uma alternativa cada vez mais usada são as estadias em troca de trabalho. Não precisas de ter qualificações específicas para este tipo de estadia. E não te preocupes, não vais passar todo o tempo a trabalhar. Terás sempre folgas e outras oportunidades para conhecer o local onde estás.

Tens várias opções para o conseguir.

1.Podes aceder a uma plataforma onde haja esse tipo de oportunidades como WorldpackersHome Exchange ou a WWOOF.

ou

2. Podes contactar diretamente empresas de alojamento local nas zonas por onde queres passar e apresentar uma proposta de work exchange. Ambas as partes beneficiam da experiência. Tu porque ganhas um sitio onde ficar, as empresas porque saí mais barato oferecer uma cama e alimentação do que pagar um salário.

 

Companhia

O ideal é não fazeres esta viagem sozinho, se bem que tal não seja impossível. Primeiro, porque pode ser mais seguro e depois porque é mais divertido.

Mas atenção, durante esta viagem vais estar praticamente 24 horas sob 24 horas com essa(a) mesma(s) pessoa(s) e, por isso mesmo, vais descobrir defeitos anteriormente “desconhecidos”… Pensa bem antes de escolheres o(s)/a(s) teu(s)/tua(s) companheir@(s) de viagem…

De qualquer forma, não escaparás às discussões, mas o que é preciso é saber esquecê-las e pôr as controvérsias para trás das costas nos 5 minutos seguintes. Não te preocupes, pois tudo isso que é normal. Gap Year

– Dividir fica mais barato. Viaja acompanhado para dividires despesas. Se estás a viajar sozinho, arranja companhia, nem que seja para dividir o valor do hostel, de uma refeição ou de uma viagem.

 

Sozinho ou acompanhado? Eis a questão.

Em qualquer viagem que se queira fazer, surge esta questão: irei sozinho ou acompanhado? Se quero ir acompanhado, quem é que será a melhor companhia?

– Um, dois, três ou mais

Sozinho: fica mais caro, mais desconfortável (eventualmente), mais lento, maior é a intensidade da tua experiência de viagem, conheces mais pessoas, todos te querem ajudar, arriscas menos, permites-te fazer mais amizades e conviver mais.

A dois: o normal numa dupla é esta fechar-se em si própria ou deixar de existir, caso se separarem. No entanto, pode também ser o ideal, caso se conheçam bem e discutam bem o que cada um pretende na viagem e as expectativas de cada um, não fazes sempre o que te apetece, estás mais na tua zona de conforto e fica mais barato.

Viajar a dois, enquanto casal: façam pequenas viagens primeiro, utilizem os mais diversos meios de transporte, façam um planeamento prévio, repartam o peso da mochila e nunca se esqueçam de darem espaço um ao outro de vez em quando, durante a viagem, e não culpar o parceiro quando alguma coisa corre mal. Para além disso, nunca deixem de conviver com os locais aconteça o que acontecer. No entanto, ficas já a saber que não há receitas perfeitas 😉

A três: esta é uma hipótese vantajosa a vários níveis. A três existe a possibilidade de desfragmentar o grupo sem grandes remorsos, tendo em conta que há sempre um outro elemento no grupo que pode querer fazer determinada actividade que tu também queres. Também é uma boa hipótese caso um dos elementos fique doente, ter outro elemento com quem partilhar os momentos que poderão aproveitar em determinado local. Assim sendo, pode facilmente formar-se numa dupla.

Mais de três: este grupo apresenta alguns riscos. Num grupo composto por mais de três elementos, vocês podem facilmente tornar-se turistas, pode dificultar o contacto com os locais e o acesso a boleias, ficas preocupado em agradar todos os elementos do grupo, etc. No entanto, ao mesmo tempo, pode ser uma alternativa bastante divertida!

Para além disso, também te podes facilmente juntar a outros grupos de viajantes que pretendam fazer o mesmo percurso ou as mesmas actividades que tu, portanto nunca estarás sozinho! ☺

 

viajar com amigos, com familiares, com irmãos, com namorados(as) também podem ser experiências marcantes, embora mais difíceis de gerir,

Viajar sozinho(a)

Viajar acompanhado(a)

 

Definam o itinerário bem.

 

Sim, eu viajo sozinha. Sim, eu sou mulher

Escreve crónicas ou um diário

Embora a fotografia capte pormenores importantes na tua viagem, nunca vai conseguir captar os detalhes das histórias por detrás delas. Para isso serve a escrita. Para guardares por escrito aquilo que te aconteceu. Aquelas memórias que te marcam. Aqueles momentos únicos que queres recordar daqui a muitos anos ou partilhar com os teus amigos. Não uses o tempo como desculpa para não o fazer, há sempre tempo para escrever. Seja enquanto esperas pelo autocarro, a meio das refeições, antes de ires dormir, vais sempre conseguir escrever as melhores memórias do teu dia. Na altura pode-te custar, mas daqui a uns tempos vai valer a pena ler aqueles pormenores das tuas aventuras que já não te lembravas.

É claro que não tens que te ficar pelo diário tradicional. Se não gostas de escrever, pesquisa na internet pelas variadíssimas formas  alternativas que tens para guardar momentos da tua viagem para além da fotografia. Damos-te uma sugestão aqui.

Algo usualmente feito pelos viajantes é ir publicando quer as fotos quer os textos num blog ou mesmo no facebook. Há sempre pessoas a querer aprender contigo e a acompanhar a tua viagem!

Se estiveres interessado, podes partilhar connosco os teus textos que poderão ser partilhados no nosso blog!

Nota: Também te oferecemos um blog na internet só para ti, onde podes publicar os posts que quiseres e partilhar com o mundo.

Tira fotografias

Este ano acompanhar-te-á por toda a tua vida, mas acabarás por esquecer-te de pormenores, situações engraçadas por que passaste, aquele amigo aleatório que conheceste ou coisas com que te deslumbraste. Tira fotos a tudo.
Garantimos-te que não te irás arrepender por ter tirado fotografias em excesso. Estás a eternizar momentos que irás depois recordar com um sorriso anos mais tarde. Assim, poderás mostrá-las aos teus amigos e, depois de uma censura prévia e atenciosa, aos teus pais também, claro.

Inspira-te com o nosso texto e torna-te um viajante com memórias para a vida.

Mantem-te conectado

Neste Gap Year não precisas de ficar deslocado do mundo, não vai ser o fim da tua vida social! Provavelmente existirá rede e internet na maioria dos sítios por onde este ano te possa levar.

* Se ficares no mesmo país muito tempo,  pedir um cartão SIM pré-pago local
*  skype

E aí só tens de ensinar os papás a mexer no Skype e, pronto, consegues falar gratuita e ilimitadamente em qualquer parte do mundo. O acesso ao Facebook, ao Twitter e por aí fora, e isto se não estivermos a falar de alguns países com políticas sociais “questionáveis” (como é o caso da China, por exemplo), também não será um problema para ires mantendo os teus amigos atualizados das tuas aventuras.

Materiais a levar

Um quebra cabeças – o que vai ficar em casa e o que vai contigo nesta viagem vai sempre depender da tua rota. Por isso mesmo, a primeira coisa a fazer será um quadro com as temperaturas e percentagem de pluviosidade do(s) país(es) por onde vais passar, mas também com informações sobre doenças infecciosas e a segurança.

 

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√ Roupa

Pensa bem antes de tentares pôr toda a roupa dentro da mochila, não vais desfilar, vais viajar. Portanto, convém que tenhas roupa prática e confortável. Vamos desvendar exatamente o que não podes deixar ficar em casa e que será essencial na tua viagem. Claro que terás de ter em atenção as condições específicas do país.

Para te facilitar, aqui vai a lista dividida por secções:

Independentemente das condições climáticas

–> Tem em atenção que quanto mais confortável, melhor. Poderás lavar a roupa durante a viagem (não dispenses o sabão azul e branco da tua lista) e que, se sentires muita falta de alguma peça ou estragares alguma, sempre podes comprar ou trocar (em muitos hostels há essa possibilidade). Aqui vai a lista de roupa indispensável para qualquer tempo:

– Roupa interior: 6 pares serão suficientes

– Calçado confortável:

  • Ténis ou botas serão essenciais (como ocupam mais espaço, leva-os já calçados )
  • Um par de chinelos (mesmo se fores para um país mais frio, será essencial, para ires tomar banho ou à casa de banho)

– Impermeável

– Um lenço de tamanho médio ( aqui poderás ver todas as formas como o podes utilizar)

– Toalha de microfibra

Clima Quente

– 2 t-shirts desportivas

– 1 t-shirt “normal”

– 1 camisola mais quente

– 2 calções (de banho, caso sejas rapaz, para que sirvam para tudo)

– 1 ou 2 vestidos

– 1 ou 2 fatos de banho

Clima Frio

Faz o mesmo processo que nas roupas para o clima quente, no entanto, com roupas mais adequadas para o frio.

E acrescenta:

– Cachecol, luvas, gorro

– Quispo

– 2 pares de meias bem quentes

Atenção: isto é o mínimo necessário, deves adaptar este armário à tua própria viagem.

 Tecnologias

– Máquina fotográfica

– Computador portátil / tablet

– Telemóvel desbloqueado (caso compres um cartão SIM no país de destino). Tenta levar um smartphone – existem imensas aplicações gratuitas que te podem ajudar na viagem, seja na conversão de dinheiro, distâncias ou no planeamento turístico. Se quiseres saber quais as Apps usadas por viajantes passa por aqui.

– Carregadores

– Adaptador universal

– Ficha tripla

– Powerbank

Documentos

– Cartão de cidadão ou passaporte

– Fotocópia do passaporte e fotografias tipo passe (para os vistos)

– Vistos

– Cartão de crédito e débito

– Cartão de saúde europeu ( se fores viajar pela Europa)

Acessórios

– Canivete suíço

– Isqueiro

– 2 cadeados (para guardares a tua mochila e utilizares para guardar nos cacifos dos hostels, aeroportos, etc)

– Elásticos

– Sacos de plástico

– Bloco de notas e caneta

– Linha e agulha

– Talheres dobráveis

– Bolsa para guardar objetos debaixo da roupa

– Porta-moedas

– Almofada insuflável (se fores de avião e te derem uma, aproveita para ficar com ela), tampões para os ouvidos e venda para os olhos – o trio que te pode salvar uma noite de sono

– Saco de cama (leva sempre na parte de fora da mochila)

– Proteções impermeáveis ( se a mochila não as tiver, compra à parte)

– Mochila pequena (para usares no dia-a-dia e puderes deixar a outra no hostel, por exemplo. Uma boa escolha são aquelas que se dobram e cabem em qualquer lado)

– Um bom livro (se for em inglês será mais fácil trocá-lo por outro num hostel)

Farmácia

Primeiro, marca uma consulta do viajante com antecedência para saberes se tens de tomar vacinas e que cuidados terás de ter em cada região ou país em concreto. Para não caíres na tentação de levares “a farmácia atrás”, passa por este link para saberes exatamente o que é imprescindível.

Aqui também te damos algumas dicas:

– Repelentes e mosquiteiro (este não encontras na farmácia, mas está ligado aos insetos)

– Primeiros socorros

– Medicamentos

– Pensos rápidos

– Protetor solar

Comida

Não te preocupes que encontrarás sempre algo para comer. Contudo, numa emergência, poderão dar-te jeito:

– Rebuçados ou pacotes de açúcar

– Frutos secos

Higiene

– Escova de dentes e pasta

– Creme hidratante

– Espuma de sabão para os homens (junta água quente e deixa a espuma de barbear em casa, leva uma máquina de barbear ou adere à moda de muitos viajantes de deixar a barba crescer)

– 1 rolo de papel higiénico sem o rolo de cartão que está por dentro (tira, dobra ao meio o papel higiénico e pouparás algum espaço)

– Produtos de higiene feminina

– Toalhitas

– Gel de banho, shampoo e desodorizante
A não levar:

– Tachos, pratos, copos e talheres – todos os hosteis que te hospedarem que tenham cozinha terão todo o material necessário para os teus pratos de chef
– Para os rapazes, não vão precisar de espuma de barbear – água quente e espuma de sabão chegam e sobram
– A não ser que queiras ficar com regularidade a dormir em parques de campismos, a tenda só vai ser um grande incómodo para a tua viagem.
– Comida – não te preocupes, irás sempre encontrar algo para comer

Não há formula perfeita. Uma mala perfeita para mim não será , obrigatoriamente, apropriada para ti. É preciso adaptar o que levas consoante a tua personalidade e as tuas necessidades. No entanto, há uma regra de ouro. Para que tenhas uma boa mochila para viajar é fundamental conseguires distinguir o essencial do acessório.

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