Multiway – As saudades são o preço a pagar pelas boas memórias

Os meus 10 meses nos Estados Unidos já tinham acabado. Eu estava de volta a casa, meio desorientada e sem saber o que dali para a frente me esperava. Hoje, aqui estou eu, passado mais 10 meses, mais uma vez, em casa.

Agora sim, vejo as consequências daquele que foi o melhor ano da minha vida até hoje.

Enriqueci. Sim, estou enriquecida! Digamos que um ano lá fora transformou-me numa pessoa melhor. Quer dizer, continuo a mesma Rafaela, “despachada e sem medos”, mas mais ainda.  Com mais vontade de viver mais experiências, de aprender mais línguas e sobretudo conhecer mais culturas. Viajar, viajar e viajar.

Abóboras

Experiências como a minha fazem uma pessoa crescer mais depressa, com maior consciência naquilo que fazem e maior facilidade de fazer as coisas. De ter “lata” e ultrapassar obstáculos num piscar de olhos. Sou a prova a olho nu disso.

É claro, depois de uma experiência desta quem é que não quer repetir?!

Ainda assim, nem tudo é um mar de rosas. Voltar implica lidar com muita coisa, mas principalmente duas: as saudades e a reintegração. 

Claro que reintegrar no mundo que sempre vivemos, no nosso ponto de conforto, é estranho! Mas realmente acontece. Passamos a estar habituados a um mundo completamente diferente, com experiências todos os dias, para o nosso mundo que acaba por ser um bocado monótono.

Despedida

Em relação às saudades…. a saudade é o preço que se paga por viver momentos inesquecíveis e não os poder viver mais. 

Cá vou eu andando, a encorajar mais jovens a fazer o mesmo. A passar o meu testemunho!

E nunca me esqueço que fui uma menina privilegiada com a experiência que tive! E como anteriormente dito, com vontade de conhecer mais!

Rafaela

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