Last call: preparado para fazer a diferença?

Ter a média mais alta já não é o suficiente. O mercado de trabalho evoluiu para um patamar onde ser o melhor aluno do curso não chega. A competitividade é elevada e as empresas valorizam cada vez mais capacidades práticas, também conhecidas como soft skills.

Resolução de problemas, espírito de liderança, trabalho em equipa, lidar com situações sobre pressão, adaptabilidade , capacidade de comunicação e fácil aprendizagem são apenas alguns dos fatores que os recursos humanos procuram cada vez mais no momento de recrutamento.

Como encaro a situação? Para mim, é sem dúvida uma oportunidade. Porquê? Ao exigirem mais de nós, temos de ter a ousadia de nos desenvolver a nível pessoal e profissional. Só assim seremos capazes de nos destacar no meio de centenas de candidatos.

Parte à aventura! Sai da tua zona de conforto e desafia-te! Aposta em atividades extra-curriculares, abraça iniciativas de voluntariado, valoriza experiências internacionais e/ou cria os teus próprios projetos! Vais ver que o que custa é apenas vencer a procrastinação inicial.  Depois disso, tudo virá naturalmente. Oportunidades virão umas atrás das outras e, sem te aperceberes, a tua vida segue o rumo certo.

Não voltaremos a ter tanto tempo livre como aquele que temos enquanto estudantes. A grande questão é: onde o vamos investir?

O Cristiano Ronaldo não se tornou o melhor do mundo faltando aos treinos. Pelo contrário, sempre exigiu mais de si e obrigou-se a treinar mais que todos os outros. Fazia muito mais do que era a sua obrigação. Acredito que, muitas vezes,  se há questionado se valeria realmente a pena tudo aquilo de que estava a abdicar. A seu tempo, colheu os frutos do seu esforço e dos seus sonhos.

Há cerca de um ano atrás também decidi começar a fazer “horas extra”. Candidatei-me como voluntário ao recrutamento da Associação Gap Year Portugal. Fi-lo, na altura, inconsciente do impacto positivo que isso teria em mim.

No dia em que conheci pessoalmente o grupo, percebi que não me ia arrepender da decisão que tinha tomado. Deparei-me com um grupo de jovens inspiradores sem medo de sonhar e que punham o máximo de si em tudo o que faziam. Um grupo de jovens, que tal como eu, tinham os seus defeitos, as suas inseguranças, os seus medos, mas que não deixavam que isso os impedisse de alcançar o impossível. Foi nesse dia em que comecei a pensar ” se eles são capazes, porquê que eu não serei?”. E foi assim que se iniciou uma jornada de constante superação e crescimento. Vê-los em ação despertou em mim uma motivação que desconhecia.

De tudo o que obtive aqui de dentro: os “obrigado”´s vindos diretamente de todos os centenas de  jovens a quem ajudei a mudar a vida; o contacto com grandes organizações e a oportunidade de expandir o meu networking com grandes personalidades em diversas áreas; a mudança de mentalidade de uma sociedade presa nas convicções do passado; a superação de desafios impossíveis; desenvolvimento das minhas competências quer como profissional como pessoa; espaço para projetar as minhas próprias ideias; aquilo que mais me marcou, sem dúvida, foram as pessoas.

Penso que não seja possível alguém de fora perceber o que sentimos. As horas que dedicamos à Associação, os sacrifícios que fazemos, as loucuras que realizamos por amor à camisola. E como poderiam perceber não fazendo parte disto? Não é algo que se explique, é algo que se sente.

Agora sim, percebo que somos as companhias que escolhemos. Eles contagiam-me com toda a sua positividade, a sua força de vontade, a capacidade de sonhar e o espírito aventureiro. Não têm medo de arriscar! Atiram-se de cabeça ao impossível e tornam-no realidade.

E aqui estou eu, um ano após a minha entrada na equipa.

Aprendi. Cresci. Mudei.

Deixei de ser um daqueles que vê a vida passar e passei a ser daqueles que luta pelo que acredita. Daqueles que não tem medo de falhar. Daqueles que põe o máximo de si no mínimo que faça. Daqueles que tentam ir mais além. Daqueles dispostos a concretizar o impossível. Daqueles capazes de mudar o mundo.

Posto isto, lanço-te o desafio para também tu te juntares a nós. Abraça novos desafios! Abre-te a novas oportunidades. O recrutamento está aberto, vais deixar a chance escapar?

Aqui dentro tudo é possível. O limite não é o céu…  aqui não há limites.

Sabe mais >> http://gapyear.pt/sobre-nos/recrutamento
Candidata-te >> http://bit.ly/form_recrutamento

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Tiago Marques

Viajar é das suas palavras de eleição. Tanto o faz pelos caminhos do mundo, como pelas páginas de um livro. Acredita que qualquer experiência fora da nossa zona de conforto nos transforma, nos acrescenta algo. Daí ter entrado para a Gap Year com o objetivo de ajudar a mudar a mentalidade dos portugueses e inspirar aqueles que têm uma vontade enorme de conhecer o mundo com os seus próprios pés, olhos, nariz e ouvidos. Outra das suas convicções é que quando nos deixamos envolver pela natureza, ela tem a capacidade de nos pacificar a alma e de nos transmitir a humildade de que muitas vezes nos esquecemos de ter. Gosta de partilhar a sua percepção do mundo e as suas experiências, principalmente, quando tem um lápis ou uma máquina fotográfica nas mãos.

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