Gap Year na Noruega – A melhor forma de conhecer um país é vivendo com os nativos

Amigas e colegas de curso decidiram fazer uma pausa nos estudos. Partiram à aventura rumo à Noruega para uma experiência de trabalho numa quinta onde viveram 6 meses com uma família norueguesa. Partilharam emoções, viagens e uma cultura bem diferente. De regresso, terminaram a licenciatura em Engenharia Agrónoma e como dizem “Participar no programa na Noruega, foi das melhores decisões que já tomamos!” 

 

“Inscrevi me neste programa em conjunto com uma colega de curso, a Rita. Unidas pela vontade de viajar e conhecer novos sítios e culturas, partimos rumo, ao que se veio a tornar na melhor experiencia das nossas vidas.

Ficámos alojadas numa quinta, relativamente isolada, com uma família com um filho, um cão, que foi adquirido enquanto lá estávamos, 3 patas, cerca de 30 vaquinhas leiteiras e os seus bezerros.

O nosso trabalho passava, entre outras coisas, por ordenhar as vacas 2 vezes por dia, às 6 da manhã e às 3 da tarde, limpar os estábulos, pôr relva para elas comerem durante o dia, enquanto as ordenhávamos; isto no primeiro e um pouco no segundo mês. Depois, elas passavam a estar cá fora, no pasto. É muito giro ver a primeira vez que as vacas saem para o pasto, depois de passarem o Inverno fechadas no estábulo… mais não digo, para não estragar a surpresa!

Tivemos oportunidade de assistir a alguns nascimentos de bezerros e, ainda, de os ensinar a vir quando eram chamados! Foi uma ótima experiência, o contacto com os animais e com a natureza, o facto de poder beber leite diretamente da vaca – hoje em dia são raras as pessoas citadinas que têm essa oportunidade -, o pôr-do-sol perto das 23 horas e os jantares com a família anfitriã. Infelizmente não tivemos a oportunidade de ver a aurora boreal, porque fomos no Verão, mas fica para uma próxima visita!

Relativamente às paisagens…. não há palavras, parece tudo saído de um conto de fadas (ou das imagens de fundo e das proteções de ecrã do Windows). Aquelas descrições dos arredores dos castelos das princesas dos contos de fadas, que todos pensávamos que não existiam… existem na Noruega! Qualquer lugar onde fossemos era lindo, águas cristalinas e puras, montanhas a perder de vista, renas… é incrível!

É verdade que é um país muito diferente, com uma cultura diferente, mas a hospitalidade dos noruegueses faz com que nos adaptemos muito facilmente. Fomos muito bem-recebidas, os nossos anfitriões eram super simpáticos. Todos os noruegueses têm muito orgulho da natureza que têm e fazem questão de aproveita-la ao máximo, e os nossos anfitriões não eram exceção. Aliás, fazem tanta questão que nos levaram em algumas viagens para conhecermos outros pontos da Noruega.

Tenho que elogiar a equipa do Ano Sabático pela organização e pelas oportunidades que fornece. Penso que uma das razões que às vezes nos impede de fazer as malas e partir para um país diferente é a falta de segurança, em termos de trabalho e alojamento que, por vezes, pode ser difícil de encontrar. Mas a equipa do Ano Sabático colmata as nossas dificuldades e facilita e apoia a mobilidade, facultando, precisamente, alojamento e trabalho, através do contacto com as entidades e, claro, toda a experiência em si. E não há duvida que a melhor forma de conhecer verdadeiramente um país é vivendo e socializando com os nativos, e por isso um muito obrigada à equipa do Ano Sabático!

Espero que os futuros participantes tenham uma tão boa experiência quanto eu e a Rita, e que se divirtam e desfrutem do país tão belo e rico que é a Noruega!

 

Raquel e Rita

 

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