Gap Year na Islândia – Viajar e trabalhar a cuidar de crianças

“Abri a minha mente, alarguei sem dúvida o meu conhecimento, saí da zona de conforto…”

Acabado o 12º ano, Joana decidiu tirar uma folga nos estudos para pensar em todas as opções do seu futuro, mas ao mesmo tempo fazer algo de útil. Gostar de viajar foi a principal razão para entrar no programa, não só para experimentar realidades diferentes, mas também conhecer outras pessoas e culturas. “Islândia foi uma boa maneira de começar e regressar foi o mais difícil!”

 

“Entrei nesta aventura por querer tirar um Gap Year antes de ingressar na faculdade e, tendo já ouvido falar do programa, achei que seria uma boa opção e que ia ao encontro daquilo que procurava num Ano Sabático.

Estive neste programa na Islândia a cuidar de crianças em casa de uma família, durante apenas 5 meses, e posso dizer com toda a certeza que foi a melhor experiência da minha vida até hoje!

Todo o processo com a equipa do Ano Sabático foi muito rápido e facilitado e, mal dei conta, já tinha uma entrevista marcada com uma família que procurava o mesmo que eu nesta experiência, uma boa troca de culturas e perspetivas.

Depois, foi só comprar os bilhetes e voar para o paraíso na Terra, a Islândia!

Fonte: Visual Hunt

É, certamente, o paraíso para os amantes da natureza. A plenitude e simplicidade da paisagem cheia de montanhas, gelo no inverno, inúmeras cores no Verão, cascatas gigantes, glaciares e, sobretudo, as mágicas auroras boreais, levam-nos a pensar que estamos num planeta completamente diferente. E Reykjavik, a capital (onde fiquei), é também um óptimo reflexo da sociedade islandesa. Cheia de eventos culturais a acontecer a todo o momento onde a arte é, sem dúvida, valorizada, podemos ouvir boa música, apreciar o inovador design do norte, deixar-nos levar pela curiosa grande tendência vintage da cidade, e aproveitar a multiculturalidade que existe no centro, cheio de viajantes como nós, que querem também conhecer novas pessoas e novas ópticas.

Relativamente à família e ao trabalho em si, penso que não poderia ter tido mais sorte. Acolheram-me como se fosse da família, puseram-me sempre à vontade, desde o primeiro dia, com uma atitude muito descontraída e flexível, e devo dizer que aprendi mais com eles do que nos meus últimos anos de escola. Eram muito cultos e tive das mais interessantes discussões até hoje em simples jantares e almoços. Convidavam-me para todos os eventos que tinham e mostraram-me grande parte da Islândia, levando-me com eles sempre que viajavam.

Foi com eles também e com amigos que tive experiências inesquecíveis como presenciar a grandeza das cascatas e a força dos Geysirs, trabalhar numa típica quinta islandesa, montar um cavalo islandês (bem mais pequeno que os nossos), engordar 10 kg só com a comida e bolos e doces deliciosos que surgiam constantemente (provem snudars), ir a piscinas exteriores super quentes quando na verdade o termómetro marca graus negativos, ter 24h de luz solar, ver baleias… e podia continuar eternamente!

Apesar das saudades do nosso lindo Portugal, regressar foi o mais difícil. Deixar amigos para trás, com quem ainda hoje falo regularmente, uma família maravilhosa com uma bebé com as expressões mais genuínas que já vi e um país lindo que me deixou espantada com o poder da natureza e com as tradições e vivências descontraídas e pacíficas que servem mesmo de exemplo.

Abri a minha mente, alarguei sem dúvida o meu conhecimento, saí da zona de conforto, e experienciei algo que acho que todas as pessoas deviam ter a oportunidade de experienciar. Deixa-vos mesmo com a sede de mais e, assim que puder, entro em mais um programa tão fantástico como este!”

 

Joana Neto

 

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