Da Europa ao Extremo Oriente | Partida, largada, fugida!

Joana. Enfermeira. Licença sem vencimento. Tiago. Típico emprego de escritório. Demitiu-se. Juntos vão viver algo pelo qual anseiam há muito tempo: o gap year.

“Finalmente chegou aquele momento em que decidimos: vamos juntar dinheiro, planear o nosso gap year e viver”.

A vontade sempre existiu: na verdade, esta não é a primeira aventura. Juntos, descobriram como se viveu o Mundial de Futebol de 2014 por 13 países; Tiago, sozinho, já tinha viajado dois meses em África.

O mais recente casal de gappers, Joana e Tiago, vai dar início ao seu gap year “Partir Para Ficar – Da Europa ao Extremo Oriente Por Terra” já na próxima terça-feira (29). Iniciando o seu percurso de avião até Budapeste, Hungria, vão continuar o seu roteiro a partir da Europa até ao Extremo Oriente por terra – privilegiando as boleias e, em último caso, transportes locais como o autocarro e o comboio.

Os objetivos principais? Conhecer ao máximo a cultura de cada país como um local, explorar cidades e países ainda autênticos e desconhecidos e viajar devagar – slow travel, conceito de que são adeptos.

“Há pessoas que se gabam porque foram a 30 e tal países. Se calhar já foram, mas não conhecem a fundo. Vão a Paris, tiram 5 fotos da Torre Eiffel e voltam para o hotel. Não conhecem pessoalmente nenhum francês, não exploram a cultura local. São essas pequenas e únicas particularidades que nos interessam – e é a viajar devagar que as conseguimos descobrir

Relativamente ao planeamento e ao roteiro da viagem, não têm nada marcado. Pretendem visitar países pouco divulgados – como a Geórgia, a Arménia, a Albânia e o Irão – e outros mais clássicos, como a Índia e o Vietname. Vão até passar num país que não existe oficialmente: a Transnístria, que tem governo e moeda próprios mas não é reconhecido por nenhum dos 193 países da ONU. 

Pensam em viajar durante cerca de 8 meses, mas são flexíveis. “Se estivermos a gostar muito da cidade e nos apetecer ficar mais uma semana, ficamos. Até pode surgir uma oportunidade de voluntariado e ficarmos um mês no mesmo país, quem sabe?”. De modo a conseguirem sustentar uma viagem tão longa, vão optar por alternativas como o couchsurfing, o campismo e as boleias.

Para quem quiser fazer uma aventura semelhante, o casal deixa alguns conselhos: em primeiro lugar, pesquisar e tratar de toda a burocracia de vistos e passaportes com antecedência; fazer férias de verão low-cost por Portugal (conheceram o país de uma ponta à outra!) e ainda definir um percurso minimamente parecido ao da realidade – sempre com espaço para o improviso.


Podes acompanhar as aventuras da Joana e do Tiago a partir do Facebook, do Instagram  e a partir do nosso blog. Os gappers vão partilhar connosco uma vez por mês as suas mais divertidas aventuras e descobertas.

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3 thoughts on “Da Europa ao Extremo Oriente | Partida, largada, fugida!

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